SENADO FEDERAL – Senado Comemora Seis Meses da Morte do Papa Francisco e Destaca Importância do Pacto Educativo Global para Transformar a Educação e a Sociedade

Na última sexta-feira, o Senado Brasileiro promoveu uma sessão especial em homenagem ao sexto mês da morte do Papa Francisco, destacando sua visão transformadora sobre a educação por meio do Pacto Educativo Global, que foi proposto pelo pontífice em 2020. O pacto traz à tona a necessidade de uma educação humanista e solidária, com o objetivo de unir diversas esferas da sociedade em torno da formação de um futuro mais justo e igualitário.

O senador Flávio Arns (PSB-PR), proponente da sessão, enfatizou a importância do legado de Francisco, que se consolidou como uma referência não apenas para a Igreja Católica, mas para toda a humanidade. “O Pacto Educativo Global, surgido do coração do Papa Francisco, visa unir famílias, escolas, universidades e organizações religiosas em uma luta conjunta contra as desigualdades,” afirmou Arns, ressaltando que a educação deve ser um esforço coletivo, onde cada comunidade tem um papel essencial na formação das crianças.

O pacto abrange sete compromissos fundamentais, entre os quais se destacam o respeito à dignidade humana e a inclusão dos mais vulneráveis. Durante a sessão, Pedro Paulo Viana Silva, estudante da Universidade Católica de Brasília, leu uma mensagem do cardeal José Tolentino de Mendonça, que expressou gratidão pela celebração e sublinhou a importância do pacto como um caminho compartilhado por diversas instituições educacionais no Brasil.

O padre Ezio Lorenzo Bono, coordenador do Pacto Educativo Global, também fez uma contribuição significativa ao apontar que a Igreja Católica supervisiona atualmente uma vasta rede de mais de 230 mil escolas e 1,3 mil universidades ao redor do mundo. Ele chamou essa rede de um “patrimônio educativo global,” essencial para a preservação e promoção da cultura e do conhecimento.

Diversos oradores ressaltaram que o papel da educação transcende o simples ensino de conteúdos, destacando a necessidade de escuta ativa e envolvimento dos jovens na construção de um futuro coletivo. A irmã Maria do Desterro Rocha Santos, presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil, reafirmou o compromisso com uma educação transformadora que prioriza o ser humano, enquanto a reitora da Universidade Franciscana, irmã Iraní Rupolo, ressaltou a escuta como um dos pilares da educação promovida por Francisco.

Por fim, o evento foi um convite à reflexão sobre a role das instituições educacionais e da sociedade civil na promoção de uma educação que priorize a dignidade humana e a solidariedade. O legado do Papa Francisco, conforme discutido na sessão, continua a inspirar não apenas os educadores, mas toda uma geração em busca de transformação social.

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