Entre os pontos destacados na proposta, um dos mais emblemáticos é a concessão de um prêmio de R$ 500 mil a cada atleta que vestiu a camisa da seleção brasileira durante as edições do torneio em 1988 e 1991. Essas competições, embora não tenham gerado a visibilidade e o apoio que o futebol feminino merece, foram cruciais na formação da história do esporte no Brasil. O reconhecimento financeiro é uma forma de valorizar essas pioneiras, que abriram caminhos para as gerações futuras.
O projeto, agora designado como PL 1.315/2026, ainda precisa passar pela votação no Plenário do Senado, onde deverá receber a análise e o consentimento dos senadores. A expectativa é que a proposta avance rapidamente, especialmente em um contexto onde a valorização do futebol feminino vem ganhando cada vez mais espaço e atenção no Brasil e no mundo.
Além do reconhecimento das jogadoras do passado, a proposta promete estabelecê-las em um patamar de dignidade e respeito em um evento mundial de grande escala. A Copa do Mundo Feminina de 2027 será uma oportunidade ímpar para o Brasil demonstrar sua capacidade de acolher e promover o futebol entre mulheres, contribuindo para a igualdade de gênero no esporte e inspirando novas gerações.
A aprovação do projeto pela CEsp reflete, portanto, um entendimento amadurecido sobre a importância do futebol feminino, marcando um passo significativo em direção ao fortalecimento da modalidade. A sociedade e os torcedores aguardam ansiosamente o desdobramento dessa nova etapa, que promete ressignificar a história e a atuação das mulheres no futebol brasileiro.





