A relatora do projeto, senadora Teresa Leitão, destacou que a iniciativa visa promover a diversidade cultural do Brasil e ajudar a enriquecer o cenário cultural do país. Ela também ressaltou a importância da legislação para garantir o acesso ao fomento cultural em todos os níveis da administração pública.
Apesar da aprovação da maioria dos senadores, houve críticas por parte do líder da oposição, Rogério Marinho. Ele lamentou que o projeto tenha uma abordagem voltada para questões identitárias e não leve em consideração a sociedade como um todo. Alguns senadores também manifestaram voto contrário à proposta, mas a relatora rebateu as críticas, defendendo a importância do projeto para a valorização e promoção da cultura no país.
O projeto cria diferentes instrumentos para o fomento à cultura, permitindo a utilização de recursos públicos e privados para financiar atividades culturais em todo o território nacional. Além disso, o Marco Regulatório retira o setor cultural da Nova Lei de Licitações, possibilitando uma maior autonomia na execução das políticas públicas de cultura.
A senadora Zenaide Maia elogiou a proposta e ressaltou a importância de fomentar a cultura, especialmente no Nordeste brasileiro. Para ela, a cultura brasileira é reconhecida mundialmente e o projeto contribuirá para fortalecer esse patrimônio cultural.
No geral, o Marco Regulatório do Fomento à Cultura foi bem recebido pelos senadores e representa um avanço significativo para o setor cultural no Brasil. A iniciativa busca promover a transparência, eficiência e democratização do acesso aos recursos culturais, garantindo a liberdade de expressão artística, intelectual, cultural e religiosa em todo o país. Com a aprovação no Senado, o projeto segue agora para a sanção presidencial e poderá se tornar lei em breve.





