SENADO FEDERAL – Senado aprova prêmio de R$ 500 mil para jogadoras da seleção feminina de futebol que participaram da Copa do Mundo de 1995 e novas iniciativas para 2027.

Na última quarta-feira, o Senado Federal brasileiro deu um passo significativo na valorização do futebol feminino com a aprovação de um projeto que concede um prêmio de R$ 500 mil a cada jogadora da seleção que participou da Copa do Mundo de Futebol Feminino em 1995. Essa proposta, conhecida como PL 2.653/2026, agora segue para a apreciação da Câmara dos Deputados. O avanço dessa iniciativa reflete uma crescente valorização e reconhecimento das conquistas das atletas brasileiras no cenário esportivo internacional.

Além do PL 2.653, os senadores também aprovaram o Projeto de Lei 1.315/2026, que não só regulamenta a organização da Copa do Mundo feminina no Brasil em 2027, mas também prevê o mesmo prêmio para jogadoras que participaram de outros dois eventos históricos da FIFA: a competição-teste de 1988 e a primeira Copa do Mundo oficial de 1991. Essas iniciativas visam não apenas compensar as jogadoras que contribuíram para a história do esporte, mas também estimular a prática e o desenvolvimento do futebol feminino no país.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ressaltou durante a votação que houve um entendimento entre as duas casas do congresso e o governo para que o PL 1.315 fosse aprovado em seus termos originais, o que agiliza seu processo de sanção presidencial. Ele se mostrou satisfeito com a deliberação, reconhecendo a importância do tema para o futuro do futebol feminino no Brasil.

Segundo a proposta, os pagamentos aos jogadores serão realizados pelo Ministério do Esporte, condicionado à disponibilidade orçamentária e financeira. Essa determinação enfatiza a necessidade de políticas eficazes que garantam o investimento no esporte feminino, refletindo um compromisso maior com a inclusão e o reconhecimento da contribuição dessas atletas ao longo da história do futebol brasileiro.

A aprovação desses projetos representa um avanço significativo para a equidade de gênero no esporte e pode inspirar futuras gerações de mulheres a se dedicarem ao futebol, contribuindo para o fortalecimento do cenário esportivo no Brasil.

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