De acordo com o texto do projeto, os pacientes interessados em obter esses medicamentos devem comprovar a sua incapacidade financeira ou apresentar um laudo médico que ateste a necessidade do fármaco. Essa medida visa garantir o acesso a tratamentos que não são cobertos pelo SUS, mas que são essenciais para a saúde e o bem-estar dos cidadãos.
Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) se pronunciou sobre a concessão de medicamentos em um caso de grande repercussão. A decisão da corte estabeleceu critérios para a disponibilização de um remédio de alto custo para uma pessoa com problemas cardíacos. O senador Romário (PL-RJ), autor do projeto em análise, pretende transformar essa decisão judicial em lei, garantindo assim que mais pessoas possam ter acesso a tratamentos considerados fundamentais para a sua saúde.
A proposta do senador Romário tem gerado debates e discussões no Senado, com parlamentares de diferentes partidos expressando suas opiniões sobre o tema. Alguns defendem a importância de garantir o acesso universal a medicamentos, enquanto outros levantam preocupações sobre os custos e a viabilidade financeira da medida.
Diante desse cenário, é fundamental que o Congresso Nacional avalie cuidadosamente o conteúdo do PLP 149/2024 e leve em consideração os impactos que a sua aprovação pode ter na saúde e na qualidade de vida dos cidadãos. A garantia do acesso a medicamentos essenciais é um direito fundamental de todo cidadão e deve ser assegurado pelo Estado.






