SENADO FEDERAL – Segundo depoimento de policial que esteve presente nos ataques antidemocráticos será ouvido em reunião da CPMI do 8 de Janeiro.

Na quinta-feira, dia 5, será realizada a reunião da CPMI do 8 de Janeiro, a partir das 9h, para ouvir o depoimento do subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior, do Batalhão de Policiamento de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Ele foi um dos policiais que participaram da defesa do Palácio do Congresso Nacional durante os ataques antidemocráticos às sedes dos três Poderes.

O depoimento do subtenente será o segundo de um policial que esteve em campo no dia dos acontecimentos. A cabo Marcela Pinno já foi ouvida pela CPMI anteriormente.

A convocação do depoente é resultado de um requerimento feito pelo deputado federal Delegado Ramagem (PL-RJ). De acordo com o deputado, Beroaldo atuou bravamente no dia 8 de janeiro, buscando dissuadir a perturbação da ordem pública, e chegou a ser promovido por ato de bravura.

Para o deputado Ramagem, o depoimento do subtenente pode auxiliar a CPMI em relação às questões envolvendo os informes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e suas comunicações com o objetivo de prevenir autoridades e órgãos públicos.

O presidente da CPMI é o deputado federal Arthur Maia (União-BA), e a relatora é a senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O objetivo deles é esclarecer os fatos ocorridos no dia 8 de janeiro e as possíveis falhas de segurança que permitiram os ataques às sedes dos Poderes.

Essa será uma oportunidade importante para a CPMI ouvir o relato de mais um policial que esteve presente e participou diretamente da defesa do Palácio do Congresso Nacional. O depoimento do subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior trará informações relevantes para a investigação e ajudará a esclarecer os eventos que aconteceram naquele dia.

A CPMI do 8 de Janeiro tem o objetivo de investigar os ataques antidemocráticos ocorridos no dia 8 de janeiro deste ano e apurar possíveis práticas de crime contra a democracia. Com depoimentos de policiais que estiveram presentes no local, a comissão poderá ter uma visão mais clara dos acontecimentos e identificar os responsáveis pelos atos de violência.

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