O relator da proposta, senador Astronauta Marcos Pontes, do PL de São Paulo, expressou seu apoio ao projeto, destacando a relevância da inclusão digital como um meio de promover a igualdade de oportunidades para estas comunidades, frequentemente marginalizadas no acesso a tecnologias essenciais. A iniciativa não se limita apenas à infraestrutura de internet, mas também contempla a valorização da rica cultura e do conhecimento tradicional dessas populações.
Ao se focar na capacitação dos cidadãos, o projeto busca equipar os ribeirinhos, quilombolas e indígenas com as habilidades necessárias para navegar no mundo digital de forma segura e eficaz. Isso representa uma oportunidade significativa para empoderar essas comunidades, permitindo que se apropriem das tecnologias atuais, o que pode levar a melhorias em diversas áreas, como educação, saúde e comércio.
Ademais, a proposta se alinha a um movimento mais amplo de valorização da cultura local. O reconhecimento dos saberes tradicionais e o suporte à produção cultural são essenciais para a preservação da identidade dessas comunidades e sua integração na economia digital contemporânea.
Com a votação prevista para logo após o Carnaval, o projeto representa um passo importante em direção à inclusão digital e à proteção dos direitos humanos, fatores cruciais para o desenvolvimento sustentável e equitativo das comunidades menos favorecidas do Brasil. O desfecho da discussão na CDH poderá moldar o futuro digital de milhares de cidadãos que aguardam mudanças significativas em suas condições de vida.
