Durante a cerimônia, Alcolumbre enfatizou que o feminicídio não é uma questão que deve ser tratada isoladamente, mas sim como um problema de Estado. Essa abordagem reconhece a necessidade de um comprometimento contínuo das instituições e da sociedade civil para enfrentar esse tipo de violência, que tem mostrado índices alarmantes no país. O presidente do Senado destacou que, para que o Brasil possa avançar na proteção das mulheres e na prevenção de crimes violentos, é fundamental que haja um esforço conjunto entre os diferentes níveis de governo e a sociedade.
O pacto é uma resposta a um problema que afeta milhares de mulheres em todo o país, manifestando-se em diversos contextos, desde ambientes familiares até locais de trabalho. A iniciativa visa criar políticas públicas mais robustas que possibilitem um amparo eficaz às vítimas e a responsabilização dos agressores, além de promover campanhas de conscientização e educação sobre a importância da igualdade de gênero.
Os dirigentes também ressaltaram a necessidade de um monitoramento constante das ações implementadas, com o objetivo de avaliar sua eficácia e realizar ajustes quando necessário. O lançamento do pacto é um passo significativo na luta contra a violência de gênero e representa uma esperança renovada para muitas mulheres que vivem com medo e insegurança. A união dos Poderes é um sinal claro de que a sociedade brasileira está, finalmente, pronta para enfrentar essa problemática com a seriedade que ela merece. Assim, o Brasil inicia uma nova fase no combate ao feminicídio, buscando não apenas punir, mas também prevenir e erradicar essa violência estrutural.
