Apesar do aumento no número de candidatas, as mulheres ainda representam apenas 22% das candidaturas ao Senado, enquanto os homens correspondem a 78%. Em 2022, as mulheres representavam 23,9% das candidaturas, e em 2018 eram 17,6%. A distribuição das candidaturas femininas é bastante diversificada, com representantes em todos os estados e no Distrito Federal.
Os partidos políticos são obrigados a preencher no mínimo 30% e no máximo 70% das candidaturas com pessoas de cada gênero, de acordo com a legislação eleitoral. No entanto, essa regra não se aplica às eleições para o Senado. As candidatas também contam com regras específicas de financiamento eleitoral, com no mínimo 30% dos recursos de campanha e tempo de rádio e TV destinados às mulheres.
Entre as candidatas deste ano, há senadoras buscando a reeleição, como Leila Barros, Eliziane Gama, Soraya Thronicke e Zenaide Maia, e outras que tentam retornar ao Senado, como Rose de Freitas, Roseana Sarney, Gleisi Hoffmann, Benedita da Silva, Marina Silva e Simone Tebet. Apesar de representarem um avanço, as mulheres ainda enfrentam desafios na política brasileira, e a representatividade feminina no Senado é um tema importante a ser discutido e acompanhado durante as eleições.
