Maringá tem se destacado ao longo dos anos por seu forte movimento associativista, especialmente nas áreas agrícola e cooperativista. O senador Arns, ao justificar a relevância da norma, destacou que essa cidade paranaense é um exemplo nacional pela sua expressiva atividade econômica, onde o associativismo se transforma em uma importante ferramenta de desenvolvimento. Ele citou dados que impressionam: todos os municípios cooperados ao Sistema Ocepar, a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, movimentam cerca de R$ 83,7 bilhões anualmente. Somente em Maringá, existem nove cooperativas que atuam em diversas áreas, incluindo agropecuária, crédito, produção de bens e serviços, e saúde.
Essas cooperativas, que somam aproximadamente 276 mil cooperados e mais de 5 mil funcionários, têm um impacto significativo na economia local, sendo responsáveis por um faturamento de R$ 5,7 bilhões em 2018. Entre as cooperativas locais, destacam-se nomes importantes como Cocamar e Coopergreen no setor agropecuário, Sicoob e Sicredi na área de crédito, além das cooperativas de saúde Unimed e Uniodonto.
O reconhecimento de Maringá como a Capital do Associativismo é uma celebração não apenas de sua história e contribuições econômicas, mas também uma motivação para o fortalecimento desse modelo em todo o Brasil, promovendo a solidariedade e o desenvolvimento sustentável das comunidades. Este título também reforça a importância das cooperativas e associações no desenvolvimento econômico e social, fazendo com que Maringá se torne um exemplo a ser seguido em outras regiões do país. A nova legislação, portanto, se configura como um incentivo para o fortalecimento de ações coletivas, essenciais para a prosperidade econômica e social dos municípios brasileiros.
