Atualmente, cada estado brasileiro possui a liberdade de definir suas próprias regras e limites de idade para os concursos, resultando em uma diversidade de critérios que podem dificultar a mobilidade e a padronização entre as forças de segurança. O veto do presidente Lula reforça a autonomia dos estados em relação a essa questão, mantendo a situação atual em que as normas variam de lugar para lugar, sem uma uniformização que a proposta visava estabelecer.
Agora, a responsabilidade de decidir sobre a manutenção ou derrubada do veto recai sobre o Congresso Nacional, que terá que deliberar a respeito dessa questão em um futuro próximo. A repercussão da decisão do presidente deve ser amplamente debatida entre os parlamentares, uma vez que o tema toca em questões fundamentais como segurança, acesso a oportunidades e a eficiência das forças de segurança pública.
Essa situação coloca em evidência a necessidade de um diálogo mais eficaz entre as esferas federal e estadual no que diz respeito à formação e investidura de profissionais que atuam nas forças de segurança. A esperança é que esse debate leve a um consenso que respeite as particularidades locais, ao mesmo tempo que ofereça igualdade de oportunidades a todos os interessados em servir à segurança pública do país. O desfecho dessa questão é aguardado com expectativa, visto que pode impactar a carreira de muitos futuros servidores nas polícias e bombeiros brasileiros.
