Com uma trajetória multifacetada, Mayra começou sua carreira em veículos de comunicação como a televisão, onde conquistou um espaço significativo com seu estilo apurado e sua dedicação ao jornalismo. Ela também trabalhou na Agência e na Rádio Senado, onde se destacou por sua atuação como apresentadora da coluna “Livro de Cabeceira”, que integrava o programa “Autores e Livros”. Sua paixão pelos livros e pela literatura era evidente, e sua habilidade em conectar os ouvintes com temas profundos e interessantes fez dela uma profissional apreciada por muitos.
Recentemente, Mayra estava alocada na Coordenação de Visitação da Secretaria de Relações Públicas do Senado. Neste papel, ela se dedicava a promover a interação entre o Legislativo e a sociedade, fortalecendo a comunicação entre a Casa e os cidadãos. O impacto de seu trabalho vai além das reportagens e programas que produziu. Ela era uma voz sensível e atenta às questões sociais e políticas de seu tempo, sempre buscando promover um diálogo construtivo e inclusivo.
A sua morte deixou um vazio entre colegas e amigos, que lembram Mayra não apenas como uma profissional competente, mas também como uma pessoa generosa e solidária. O luto pelo falecimento da jornalista é sentido em diversos círculos, refletindo a influência que ela exerceu em sua área.
O corpo de Mayra Cunha será cremado na capital pernambucana, em um ato que representa a despedida a uma mulher que dedicou sua vida ao jornalismo e à comunicação, e que sempre será lembrada pelo seu legado e pelo impacto que causou na vida de tantas pessoas. A tristeza de sua partida é compartilhada por todos que tiveram a oportunidade de cruzar seu caminho e acompanhar seu trabalho.
