Izalci ressaltou que a CPMI foi “sequestrada” pela base do governo, citando a ausência de requerimentos da oposição na pauta deliberativa programada para o dia seguinte. Ele enfatizou ter solicitado a convocação do ministro da Justiça, que deveria ter comparecido espontaneamente. Além disso, o senador requereu a quebra do sigilo telemático das mensagens relacionadas ao caso. Segundo Izalci, é contraditório que os membros da base governista afirmem não ter relação com a condução da CPMI, mas não mostrem apoio aos requerimentos da oposição.
O parlamentar agradeceu à Câmara dos Deputados pela decisão de manter o Fundo Constitucional do Distrito Federal fora do novo arcabouço fiscal estipulado pelo PLP 93/2023, aprovado na Câmara nesta terça-feira. Ele ressaltou a importância de Brasília para o Brasil, destacando seu papel fundamental no desenvolvimento e unificação do país.
Izalci argumentou que, caso estivesse em vigor a nova lei do arcabouço fiscal, o Distrito Federal estaria recebendo apenas metade dos recursos atuais. Isso inviabilizaria o funcionamento da segurança pública, manutenção da educação e da saúde, que representam mais de 40% do orçamento da região. Segundo o senador, Brasília tem sido fundamental para o desenvolvimento das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, e isso se deve à ousadia do ex-presidente Juscelino Kubitschek, que construiu a cidade em um curto período de tempo.
Como conclusão, Izalci ressaltou a importância das investigações imparciais e reforçou sua insatisfação com a condução da CPMI do 8 de janeiro. O senador também destacou o papel crucial de Brasília para o desenvolvimento e unificação do Brasil, expressando gratidão à Câmara dos Deputados pela decisão de manter o Fundo Constitucional do Distrito Federal fora do novo arcabouço fiscal.





