Criada pelo príncipe regente dom João VI, a Biblioteca Nacional teve sua origem no acervo da Real Biblioteca de Lisboa, que foi trazido para o Rio de Janeiro durante a transferência da família real portuguesa. Com o passar dos anos, a instituição foi denominada Biblioteca Imperial e Pública da Corte após a independência do Brasil. Somente em 1990 a Biblioteca Nacional se tornou uma fundação vinculada ao Ministério da Cultura.
Pacheco ressaltou, ao justificar o requerimento, o papel fundamental desempenhado pela Biblioteca Nacional na formação da identidade cultural brasileira e sua contribuição para a modernização do acesso ao conhecimento. Com um acervo que ultrapassa 9 milhões de itens, a Biblioteca Nacional é responsável por guardar obras raras, manuscritos históricos, mapas, gravuras, partituras e coleções iconográficas de valor inestimável.
Entre os destaques do acervo estão a primeira edição de “Os Lusíadas” de Luís de Camões, datada de 1572, e documentos como a carta de doação de Pedro Álvares Cabral a Martim Afonso de Sousa em 1500. Cada obra carrega consigo fragmentos essenciais da civilização nacional e mundial, preservando para as gerações futuras momentos cruciais da história.
O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, foi convidado para participar da sessão especial, que promete ser um momento de reconhecimento e valorização da importância desta instituição para o país.
