Durante a reunião, a maioria dos especialistas presentes na CAS se posicionaram de forma contrária ao PL. Para esses profissionais, classificar o diabetes tipo 1 como deficiência poderia trazer consequências desfavoráveis para os pacientes, além de gerar impactos negativos na saúde pública.
Segundo os argumentos levantados pelos especialistas, rotular o diabetes tipo 1 como deficiência poderia causar estigmas e discriminação, afetando a qualidade de vida dos pacientes. Além disso, a classificação como deficiência poderia limitar o acesso a determinados benefícios sociais e tratamentos específicos.
Por outro lado, defensores da proposta afirmam que a classificação do diabetes tipo 1 como deficiência traria benefícios aos pacientes, garantindo direitos e acesso a políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência. A discussão, portanto, envolve diferentes perspectivas e interesses, tornando o tema complexo e controverso.
Diante desse cenário, a decisão sobre a classificação do diabetes tipo 1 como deficiência permanece em aberto, com a necessidade de um debate mais amplo e aprofundado. A CAS continuará acompanhando o assunto e ouvindo diferentes especialistas e stakeholders envolvidos, a fim de chegar a uma conclusão que leve em consideração o bem-estar e os direitos dos pacientes com diabetes tipo 1.
