O presidente da comissão, senador Carlos Viana, representante do partido Podemos de Minas Gerais, destacou a importância de trazer à luz os problemas enfrentados por aqueles que, em muitas vezes, se tornam vítimas de fraudes ou abusos nas instituições financeiras. O relatório preliminar da CPMI, segundo Viana, será baseado nas oitivas e depoimentos que acontecerão ao longo de 2025, permitindo um entendimento mais claro e abrangente das irregularidades que estão sendo apuradas.
A CPMI é composta por membros da Câmara dos Deputados e do Senado, e, neste caso, o relator designado é o deputado Alfredo Gaspar, do União de Alagoas. O mandato da comissão está estabelecido até o dia 28 de março de 2026, mas existe a possibilidade de prorrogação caso as investigações necessitem de um tempo maior para serem concluídas.
Entre os principais objetivos da CPMI está a busca por soluções que garantam a proteção dos direitos dos aposentados e pensionistas, visando evitar que situações similares se repitam no futuro. A realização de audiências públicas e convocação de especialistas e representantes do INSS são algumas das estratégias que a comissão pretende utilizar para esclarecer os casos de irregularidades.
A retomada dos trabalhos da CPMI do INSS destaca a relevância do tema no cenário atual, em um momento em que a segurança financeira dos aposentados e pensionistas demanda atenção e ação efetiva das autoridades. A mobilização política em torno desse assunto promete desdobramentos importantes para o futuro das políticas previdenciárias no Brasil.






