Os requerimentos foram organizados para a reunião marcada para esta quarta-feira (25), sob a liderança do relator da CPI, senador Alessandro Vieira, e outros senadores como Magno Malta, Carlos Portinho e Eduardo Girão. Os parlamentares justificam as convocações ao ressaltarem a importância de esclarecer a suposta participação de Toffoli em negócios relacionados ao resort Tayaya, localizado no Paraná, que teria conexões com o Banco Master e a prática de jogos de azar, conforme reportado em investigações recentes.
Além da convocação de Toffoli, a CPI contempla convites a Alexandre de Moraes, acompanhado pelo pedido de participação de sua esposa, Viviane, que é mencionada devido a um contrato de serviços advocatícios com o Banco Master. As questões penais em torno da instituição têm chamado a atenção da CPI, especialmente em face da Operação Carbono Oculto, que examina possíveis ligações com atividades criminosas, incluindo a lavagem de dinheiro associada ao Comando Primeiro Capital, uma facção criminosa.
Outros pedidos que se destacam na reunião incluem a convocação do ex-CEO do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, e de membros da alta administração do banco, além de solicitações de informações e convites a autoridades de segurança, do Ministério Público e do Banco Central. Todos esses esforços visam aprofundar as investigações sobre as interações do Banco Master com entidades e indivíduos supostamente envolvidos em atividades ilícitas.
Neste cenário, os senadores requerem também informações sobre transações financeiras e movimentações patrimoniais, visando mapear a rede de relações que, conforme acreditam, pode conectar o sistema financeiro nacional a ações da criminalidade organizada. A CPI se posiciona como uma ferramenta crucial para desenredar uma complexa teia de interesses e atividades que podem comprometer a integridade do sistema financeiro e do Estado.







