Até o momento, não há previsão de novas datas para que essas importantes autoridades possam depor. O requerimento para os convites foi apresentado pelo relator da CPI, o senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe. Segundo ele, as contribuições vindas de autoridades e especialistas são cruciais para a elaboração do relatório final da comissão, que visa formulá-lo com base em propostas legislativas e políticas públicas eficazes a nível nacional.
A CPI é presidida pelo senador Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, e conta com a participação de 11 membros titulares e 7 suplentes. Com o objetivo de aprofundar a análise das atividades de facções e milícias que atuam em diversas regiões do Brasil, a comissão também se compromete a buscar soluções adequadas e eficazes para o combate ao crime organizado, tendo como foco o aperfeiçoamento da legislação atualmente vigente.
A paralisação das reuniões levanta questões sobre o andamento das investigações e a urgência na implementação de ações efetivas no combate às organizações criminosas, um desafio que, embora crítico, continua a requerer um esforço conjunto e coordenado de diversas esferas de governo e segurança pública. A sociedade aguarda ansiosamente o retorno das atividades da CPI e a proposta de soluções que possam realmente impactar a segurança no país.







