A decisão de regulamentar os aspectos comerciais e de transmissão é vista como uma estratégia fundamental para garantir que a Copa do Mundo Feminina receba a atenção e o suporte necessários, tanto a nível nacional quanto internacional. A medida reflete um compromisso em maximizar a visibilidade do torneio e a valorização do futebol feminino, que vem ganhando cada vez mais destaque e reconhecimento no cenário esportivo.
Entre os pontos destacados na medida, está a imposição de que os direitos de transmissão e de comercialização sejam centralizados sob a gestão da FIFA. Isso implica que a entidade terá controle absoluto sobre como o evento será promovido e veiculado, permitindo um padrão de qualidade e organização que já é característico dos torneios da FIFA. Além disso, a medida busca criar um ambiente propício para atração de patrocinadores e investimentos, fundamentais para o sucesso do torneio.
Com a Copa do Mundo Feminina se tornando um evento cada vez mais relevante e esperado, tanto por atletas quanto por torcedores, essa regulamentação representa um passo significativo rumo à valorização do futebol feminino no Brasil. A expectativa é que, com a implementação dessas regras, haja um aumento no interesse da mídia e do público, contribuindo para o crescimento do esporte e para a promoção de novas talentos.
Assim, a publicação da MP 1.335/2026 emerge como um marco na história do futebol feminino no Brasil, enfatizando a importância de uma gestão estruturada e eficiente para um evento de tal magnitude. O Brasil, ao sediar a Copa do Mundo Feminina, não apenas se coloca no centro do futebol mundial, mas também se compromete a fomentar a prática esportiva entre mulheres, promovendo igualdade e oportunidades no esporte.
