Cooperativismo é Reconhecido como Parte da Cultura Nacional em Nova Lei
Recentemente, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou uma importante legislação que reconhece o cooperativismo como uma expressão da cultura nacional do Brasil. A nova Lei 15.433, de 2026, estabelece não apenas esse reconhecimento, mas também assegura que o Estado tem a responsabilidade de garantir a liberdade na prática cooperativa, além de oferecer apoio e estímulo ao seu desenvolvimento.
Publicada no Diário Oficial da União, a norma surge a partir do Projeto de Lei 357/2025, que foi apresentado pelo deputado Arnaldo Jardim, do partido Cidadania-SP. O texto ganhou destaque no Senado, onde foi meticulosamente analisado e relatado pelo senador Flávio Arns, do PSB-PR. O projeto obteve aprovação na Comissão de Educação e Cultura em uma votação decisiva realizada em 19 de maio, viabilizando sua tramitação e consolidando-se como uma nova diretriz para o cooperativismo no país.
Durante a apreciação do projeto, o senador Flávio Arns enfatizou a importância dos princípios que fundamentam o cooperativismo, tais como a ajuda mútua e a gestão democrática. Ele salientou que as cooperativas são fundamentais para a identidade social brasileira, uma vez que contribuem significativamente para a geração de empregos e renda, além de facilitar a circulação de recursos nas comunidades.
A nova legislação vem em um momento em que o Brasil busca diversificar suas práticas econômicas e promover soluções que atendam às diferentes realidades sociais e regionais do país. O cooperativismo, com sua flexibilidade e capacidade de adaptação, se mostra como uma alternativa viável em várias áreas, desde a agricultura até serviços e tecnologia. A lei, portanto, não apenas valoriza uma prática consolidada no Brasil, mas também sinaliza um compromisso do governo em fortalecer uma economia mais colaborativa e inclusiva.
Com o reconhecimento do cooperativismo como um traço da cultura nacional, abre-se um leque de oportunidades para fomentar políticas públicas que incentivem a formação de novas cooperativas, bem como o fortalecimento das já existentes, promovendo assim uma economia mais solidária e sustentável em todo o território brasileiro.





