SENADO FEDERAL – Comissão do Senado planeja comemoração aos 200 anos da Confederação do Equador em diligência pelos estados do Nordeste

A comissão temporária do Senado responsável por planejar as comemorações dos 200 anos da Confederação do Equador está em uma diligência especial nos estados do Nordeste que tiveram papel significativo no movimento revolucionário republicano. Com o intuito de coordenar e planejar as atividades para o bicentenário, os senadores estão realizando visitas e encontros com instituições e especialistas da região.

Na segunda-feira, a comissão esteve na Secretaria de Cultura do Ceará, onde pôde conhecer museus, arquivos e obter informações sobre as programações locais relacionadas à Confederação. À tarde, os senadores foram ao Instituto do Ceará para dialogar com pesquisadores e historiadores especializados no tema, discutindo também a produção de um documentário e conhecendo a programação da instituição.

Já na terça-feira, o grupo se reuniu com professores e pesquisadores de história na Universidade Federal do Ceará para discutir a produção de entrevistas temáticas para o documentário. E à tarde, visitaram a Universidade Estadual do Ceará para um encontro semelhante com acadêmicos da área.

Na quarta-feira, a comissão seguiu para Pernambuco, onde visitaram o Instituto de Pernambuco para apresentações de fontes de entrevistas e a programação para os eventos comemorativos. Logo depois, tiveram um encontro com a Arquidiocese de Olinda e Recife para encontrar fontes históricas e discutir entrevistas com especialistas.

Por fim, na quinta-feira, a comissão realizou reuniões com a vice-governadoria do estado de Pernambuco e a Assembleia Legislativa de Pernambuco para solicitar apoio operacional, discutir o calendário de atividades futuras e buscar apoio e colaboração para as comemorações.

A Confederação do Equador, movimento revolucionário ocorrido em 1824 no Nordeste do Brasil, foi marcado pela resistência à monarquia de Dom Pedro I e defesa da implantação de um regime republicano. Apesar da repressão das tropas imperiais na época, o movimento deixou um legado de luta por liberdades individuais e justiça. Neste contexto, a comissão segue buscando resgatar e celebrar esse importante capítulo da história brasileira.

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