Na segunda-feira, a comissão esteve na Secretaria de Cultura do Ceará, onde pôde conhecer museus, arquivos e obter informações sobre as programações locais relacionadas à Confederação. À tarde, os senadores foram ao Instituto do Ceará para dialogar com pesquisadores e historiadores especializados no tema, discutindo também a produção de um documentário e conhecendo a programação da instituição.
Já na terça-feira, o grupo se reuniu com professores e pesquisadores de história na Universidade Federal do Ceará para discutir a produção de entrevistas temáticas para o documentário. E à tarde, visitaram a Universidade Estadual do Ceará para um encontro semelhante com acadêmicos da área.
Na quarta-feira, a comissão seguiu para Pernambuco, onde visitaram o Instituto de Pernambuco para apresentações de fontes de entrevistas e a programação para os eventos comemorativos. Logo depois, tiveram um encontro com a Arquidiocese de Olinda e Recife para encontrar fontes históricas e discutir entrevistas com especialistas.
Por fim, na quinta-feira, a comissão realizou reuniões com a vice-governadoria do estado de Pernambuco e a Assembleia Legislativa de Pernambuco para solicitar apoio operacional, discutir o calendário de atividades futuras e buscar apoio e colaboração para as comemorações.
A Confederação do Equador, movimento revolucionário ocorrido em 1824 no Nordeste do Brasil, foi marcado pela resistência à monarquia de Dom Pedro I e defesa da implantação de um regime republicano. Apesar da repressão das tropas imperiais na época, o movimento deixou um legado de luta por liberdades individuais e justiça. Neste contexto, a comissão segue buscando resgatar e celebrar esse importante capítulo da história brasileira.





