Eduardo Campos, nascido no Recife em 1965, teve uma carreira política marcada por diversos cargos importantes no cenário nacional. Formado em economia pela Universidade Federal de Pernambuco aos 20 anos, Campos iniciou sua trajetória política como chefe de gabinete do ex-governador Miguel Arraes, seu avô. Passou por cargos de deputado estadual e federal, além de ter sido ministro da Ciência e Tecnologia e governador de Pernambuco por dois mandatos consecutivos.
A proposta de inserir o nome de Eduardo Campos no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria foi recebida com aplausos e elogios pelos senadores presentes. Alessandro Vieira destacou a importância da liderança de Campos, ressaltando seu legado político e sua influência inspiradora em novas gerações de líderes brasileiros. Para Teresa Leitão, a inscrição do nome de Campos no livro enche de orgulho o povo pernambucano, que reconhece nele um líder exemplar.
Pedro Campos, um dos filhos de Eduardo Campos, agradeceu aos senadores pela aprovação da matéria e enfatizou que a inclusão do nome de seu pai no livro é uma homenagem justa e um reconhecimento de sua trajetória. Diversos senadores, como Flávio Arns e Paulo Paim, enalteceram a trajetória de Campos e destacaram a importância da homenagem como um reconhecimento justo.
O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, onde o nome de Eduardo Campos poderá ser registrado, fica no memorial cívico Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves em Brasília. Destinado a homenagear brasileiros e brasileiras que se destacaram na defesa e construção do Brasil, o livro é uma forma de preservar a memória daqueles que dedicaram suas vidas ao país. A proposta de inserção do nome de Eduardo Campos representa o reconhecimento de sua contribuição para a história e política do Brasil.





