De acordo com o relator da proposta, senador Astronauta Marcos Pontes, do PL de São Paulo, a medida busca oferecer suporte a uma população vulnerável que frequentemente enfrenta desafios adicionais na transição para a vida adulta. Muitos desses jovens, ao atingirem a maioridade, são obrigados a deixar as instituições de acolhimento, sem ter um plano claro para seu futuro. “É essencial que o Brasil se comprometa a apoiar esses órfãos, que se encontram em uma situação delicada e muitas vezes sem opções”, afirmou Pontes.
A proposta foi criada com a intenção de garantir que esses jovens tenham acesso a oportunidades educacionais que, de outra forma, poderiam lhes escapar. A inclusão em universidades federais abre portas para o desenvolvimento de futuras gerações, possibilitando a formação acadêmica e a inserção no mercado de trabalho. Além disso, a participação em instâncias acadêmicas pode resultar em um crescimento pessoal e profissional que é vital para a construção de uma sociedade mais igualitária.
A votação na CDH é esperada com ansiedade por defensores dos direitos humanos e representantes de movimentos sociais que lutam pela equidade educacional. A proposta não apenas visa a acolhida desses jovens em instituições de ensino superior, mas também promove a conscientização sobre as condições desfavoráveis enfrentadas por aqueles que cresceram em acolhimento institucional. O sucesso da votação pode ser um marco importante na luta por justiça social e igualdade de oportunidades no Brasil.
