Segundo a senadora, a proposta visa proteger a saúde dos cidadãos, uma vez que a exposição a padrões de beleza irreais pode levar a problemas como baixa autoestima, depressão e transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Ao informar claramente quando uma imagem foi editada digitalmente, as pessoas poderão ter um olhar mais crítico sobre a publicidade e, assim, evitar possíveis danos à sua saúde emocional.
Com a aprovação na CTFC, o projeto agora está pronto para seguir para a Câmara dos Deputados, onde será debatido e votado pelos parlamentares. Caso seja aprovado, as peças publicitárias terão que apresentar de forma clara e visível a informação de que as imagens foram manipuladas digitalmente. Essa medida pode representar um avanço no combate aos padrões de beleza inatingíveis e ajudar na promoção da diversidade e da autoaceitação.
É importante ressaltar que a indústria da publicidade desempenha um papel significativo na formação de padrões estéticos e comportamentais na sociedade, e medidas como essa buscam trazer mais consciência e responsabilidade para o setor. A discussão sobre a influência da publicidade na saúde mental das pessoas é cada vez mais relevante e, por isso, iniciativas que visam proteger os consumidores e promover uma imagem mais realista e inclusiva são bem-vindas.
