Entre os indicados, destaca-se o juiz Ilan Presser, atualmente lotado no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Palmas. Em sua carreira, Presser igualmente ocupa a posição de secretário-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), além de ser membro do Comitê Nacional de Inteligência Artificial do CNJ e presidente da Associação dos Juízes Federais da 1ª Região. Seu relatório, que foi lido pelo senador Fabiano Contarato, do PT do Espírito Santo, foi elaborado pelo senador Eduardo Braga, do MDB do Amazonas.
Outro nome que será sabatinado é o da desembargadora Andréa Cunha Esmeraldo, uma figura reconhecida no Tribunal Regional Federal da 2ª Região desde 2022. Ela tem uma vasta experiência em varas especializadas, que incluem a 7ª Vara Federal de Execuções Fiscais e a 4ª Vara Federal Cível, ambas no Rio de Janeiro, além de ter exercido funções na Presidência e na Corregedoria-Regional do TRF2. O relatório que a apõe como indicada foi lido pelo senador Weverton, do PDT do Maranhão, e é de autoria de Cid Gomes, do PSB do Ceará.
A ministra Kátia Magalhães Arruda, que integra o Tribunal Superior do Trabalho desde 2008, também está entre os indicados. Famosa por sua atuação social, Kátia coordenou o Programa Nacional de Combate ao Trabalho Infantil e, atualmente, lidera o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade da Justiça do Trabalho. A senadora Eliziane Gama, do PSD do Maranhão, é a responsável pelo relatório que a sugere como membro do CNJ.
Paulo Regis Machado Botelho, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, também estará sob a avaliação da CCJ. Com experiência no Tribunal Superior do Trabalho e atual presidência do Conselho Nacional das Escolas Judiciais da Magistratura do Trabalho, seu relatório, lido por Contarato, foi elaborado pelo senador Marcelo Castro, do MDB do Piauí.
Por fim, a juíza Noemia Aparecida Garcia Porto, da 3ª Vara do Trabalho de Taguatinga, será sabatinada. Ela presidiu a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho e tem ampla atuação em prol da diversidade e da equidade dentro do Judiciário, sendo o seu nome relatado por Eduardo Gomes, do PL do Tocantins.
O CNJ desempenha um papel fundamental na estrutura do Judiciário brasileiro, sendo responsável por supervisionar a gestão administrativa e financeira do setor, além de assegurar o cumprimento das obrigações funcionais por parte dos juízes. Criado pela Constituição, o órgão visa tornar a Justiça mais eficiente e transparente, estabelecendo metas e acompanhando a produtividade dos tribunais, além de promover políticas públicas para aprimorar o funcionamento do sistema judicial em todo o Brasil.
