Durante a sessão de instalação do grupo, o presidente da CAE, senador Renan Calheiros, do MDB de Alagoas, enfatizou a determinação da comissão em procurar por fatos e informações relevantes, incluindo documentos sob sigilo. Ele destacou que não haverá espaço para omissões ou tentativas de silenciar as discussões sobre o caso. A postura adotada pelo senador indica um compromisso firme de investigar todas as camadas da fraude, buscando esclarecer como as irregularidades puderam ocorrer e quais as responsabilidades dos envolvidos.
Além da coleta de documentos, o grupo de trabalho também se prepara para promover audiências públicas onde serão convocadas autoridades e especialistas para depor sobre o tema. Essas audiência são vistas como essenciais para garantir que todos os aspectos da questão sejam discutidos e que o público tenha acesso a informações claras sobre a situação do Banco Master e as implicações das fraudes no sistema financeiro como um todo.
Essa ação da CAE é um indicativo de que o Senado está atento às questões que envolvem a integridade do sistema financeiro nacional, especialmente em tempos de crescente desconfiança em relação a instituições bancárias. As fraudes reveladas no caso do Banco Master podem ter consequências não apenas para os depositantes, mas também para a própria credibilidade do sistema bancário brasileiro. Por isso, o acompanhamento rigoroso das investigações se torna uma prioridade para os legisladores, que buscam respostas e garantias de que medidas serão tomadas para evitar novas ocorrências semelhantes no futuro. A sociedade espera que a transparência e a justiça prevaleçam neste delicado assunto.






