Essa decisão é vista como um passo estratégico do governo brasileiro para atrair empresas e investidores que queiram participar desse grandioso evento esportivo. A isenção do ISS é um incentivo importante, uma vez que permite que os recursos financeiros utilizados na organização da Copa sejam concentrados em outros aspectos, como infraestrutura e promoção do evento em si, sem o ônus do imposto sobre serviços que geralmente incide sobre múltiplas transações comerciais.
Com a Copa do Mundo Feminina se configurando como uma oportunidade ímpar para o país no cenário internacional, o governo busca não apenas promover o turismo, mas também destacar a importância do futebol feminino, em um momento em que o esporte vem recebendo crescentes investimentos e atenção a nível global. A legislação deve estimular não apenas empresas estabelecidas, mas também novos empreendedores a se envolverem nesse projeto, criando um ambiente propício para o desenvolvimento econômico local e nacional.
Além disso, a Copa promete movimentar bilhões na economia, gerando empregos, promovendo a Cultura e incrementando o setor de serviços em várias esferas. A expectativa é que a isenção do ISS atraia um número expressivo de empresas de diversos setores, desde a hotelaria até a logística, passando pelo entretenimento e tecnologia, que encontrem no evento uma plataforma ideal para exposição e crescimento.
Assim, a aprovação da lei representa um marco significativo para a organização da Copa do Mundo Feminina e um investimento que, segundo as autoridades, poderá trazer benefícios duradouros para a economia brasileira. A torcida agora é para que tudo esteja pronto a tempo e que o evento se torne não apenas uma celebração do futebol, mas também um legado para as futuras gerações.





