A instituição dessa nova data no calendário oficial é fruto da Lei 15.365, sancionada em 31 de março de 2026. A proposta que originou a lei, conhecida como projeto de lei 3391/2020, foi apresentada pelo então senador Romário, e sua tramitação contou com o apoio da senadora Mara Gabrilli, também comprometida com causas relacionadas à inclusão e visibilidade das pessoas autistas.
Essa celebração visa não apenas promover a conscientização sobre o transtorno do espectro autista (TEA), mas também destacar a importância do respeito e do reconhecimento das singularidades das pessoas autistas. O Dia Nacional do Orgulho Autista é uma oportunidade para que a sociedade faça uma reflexão sobre as barreiras ainda enfrentadas por esses indivíduos e suas famílias, além de promover uma compreensão mais ampla sobre o autismo e suas características.
O autismo, que afeta uma parte significativa da população, ainda é envolto em mitos e preconceitos. Portanto, a criação de um dia comemorativo voltado para o orgulho autista propõe um movimento de valorização das identidades autistas, incentivando essas pessoas a se aceitarem e se orgulharem de quem são. Com isso, espera-se que ocorra um incremento nos diálogos e iniciativas que promovam a inclusão social, o respeito às diferenças e a garantia de direitos para essa parcela da população.
Assim, o Dia Nacional do Orgulho Autista se torna uma data fundamental no Brasil, visando não apenas a conscientização, mas também a celebração da diversidade humana, representando um passo significativo em direção a uma sociedade mais justa e inclusiva.





