A acupuntura, uma técnica milenar oriunda da Medicina Tradicional Chinesa, tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. No entanto, até o momento, a prática não possuía uma regulamentação específica, o que gerava incertezas sobre a formação e autorização dos profissionais que atuam nesse campo. Com a nova lei, há uma expectativa de que as normas claras ajudem a profissionalizar a área e a assegurar a qualidade do atendimento.
De acordo com a nova normativa, a prática da acupuntura poderá ser exercida por profissionais devidamente capacitados e que tenham concluído cursos reconhecidos de formação no setor. A regulamentação inclui tanto médicos quanto outros profissionais da saúde, estendendo a possibilidade de atuação para enfermeiros, fisioterapeutas e dentistas, entre outros, desde que atendam a requisitos estipulados pela nova legislação.
A lei também estabelece a criação de um registro de acupunturistas, permitindo que os pacientes verifiquem a idoneidade e a qualificação dos profissionais à sua disposição. Essa medida visa aumentar a confiança da população em um tratamento que, apesar de sua longa história, ainda gera debates sobre eficácia e segurança. O respaldo legal que a nova norma proporciona é considerado crucial para aumentar a credibilidade da acupuntura como uma prática terapêutica legítima e respeitada.
Além disso, a regulamentação da acupuntura no Brasil pode contribuir para um movimento mais amplo de reconhecimento das terapias integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo uma abordagem mais holística no cuidado à saúde do cidadão. A expectativa é de que essa nova fase traga benefícios não apenas para os profissionais, mas principalmente para os pacientes que buscam alternativas viáveis para o tratamento de diversas condições de saúde.







