De acordo com o senador, o documento em questão coloca a floresta amazônica sob uma suposta governança global de atores e propósitos desconhecidos, o que representa uma ameaça para o Brasil. Além disso, o acordo reafirma o apoio à implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU e do Acordo de Paris. Mourão criticou o roteiro bilateral mencionado no acordo, que se compromete a proteger as florestas e promover ações em escala global, incluindo na próxima COP30 em Belém do Pará.
O senador destacou que, na sua visão, esse acordo representa uma ameaça direta à soberania brasileira e implica em um comprometimento do país com uma orientação político-estratégica internacionalista. Ele ressaltou que os compromissos assumidos também prejudicam o crescimento do Brasil, uma vez que o país se veria obrigado a seguir a agenda de outro país com um nível de desenvolvimento diferente.
Em meio a essas preocupações levantadas por Mourão, fica evidente a importância de se analisar com cautela os acordos e parcerias internacionais em relação à preservação da Amazônia e ao desenvolvimento sustentável do Brasil. A repercussão e as possíveis consequências desse acordo firmado com a França certamente serão tema de discussões no cenário político nacional nas próximas semanas.
