A cerimônia começará antes mesmo da abertura oficial, com uma solenidade externa que contará com a participação das Forças Armadas. O protocolo do evento poderá variar de acordo com as condições climáticas, com dois roteiros previstos em caso de chuva. Na ausência de intempéries, o momento festivo inicia-se com a chegada dos presidentes do Senado e da Câmara, que virão em carros oficiais e se farão presentes na lateral do gramado do Palácio do Congresso.
Seguindo o protocolo, a Banda do Batalhão da Guarda Presidencial tocará o hino nacional, enquanto as bandeiras nacionais são hasteadas simultaneamente nos mastros da Câmara e do Senado. Na seqüência, o 32º Grupo de Artilharia de Campanha realizará uma Salva de Gala, disparando 21 tiros de canhão. Este ritual é acompanhado pelo comandante da Guarda de Honra, que conduz o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, na verificação das tropas, uma prática que simboliza a preparação militar.
Após essa cerimônia, os presidentes serão recebidos por líderes partidários e representantes do Judiciário no Salão Negro. Se chover, todavia, o protocolo será adaptado e a maior parte da solenidade ocorrerá no Salão Branco, excluindo os disparos e a subida na rampa do Congresso.
A cerimônia seguirá no Plenário da Câmara, onde Davi Alcolumbre dará início aos trabalhos, apresentando a Mesa solene e coordenando a execução do hino nacional mais uma vez, desta feita pela Banda dos Fuzileiros Navais. Em seguida, será lido o documento do Poder Executivo, que abordará os temas prioritários do governo para o próximo ano, com a participação do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa.
Além disso, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, fará a entrega da mensagem do Poder Judiciário. Após os pronunciamentos dos dois presidentes, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, a solenidade será encerrada pelo presidente do Congresso, conforme o protocolo estabelecido para este evento de grande importância para a vida política e legislativa do Brasil.






