Durante a abertura da feira, a arena Multivozes foi palco de discussões acaloradas e enriquecedoras. Professores, jovens e representantes de comunidades tradicionais se reuniram para falar sobre a COP 30, a Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas, que terá como sede a cidade de Belém no próximo ano. A importância de incluir as periferias nesse tipo de conversa foi ressaltada pelos participantes, que defendem a participação de todos os setores da sociedade nas discussões sobre preservação ambiental.
A Feira Pan-Amazônica do Livro se consolida, assim, como um espaço único de troca de ideias e conhecimento, onde a diversidade de vozes e opiniões é valorizada. Além de estimular a leitura e o acesso aos livros, o evento se firma como um agente de transformação social, capaz de sensibilizar e conscientizar seu público sobre questões cruciais para o futuro do planeta.
Diante dos desafios e ameaças que o meio ambiente enfrenta atualmente, é fundamental que a sociedade esteja engajada em debates como os propostos pela feira. Somente por meio do diálogo e da união de esforços será possível encontrar soluções sustentáveis e eficazes para garantir a preservação do nosso planeta. A Feira Pan-Amazônica do Livro cumpre, assim, um papel fundamental ao abrir espaço para discussões tão pertinentes e necessárias.





