Semana Nacional dos Juizados Especiais em Alagoas promove 1.150 audiências e reforça a cultura da conciliação para resolver conflitos de forma ágil.

A III Semana Nacional dos Juizados Especiais, iniciativa do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), está em pleno curso e se estenderá até esta sexta-feira, dia 19. Ao todo, mais de 1.150 audiências estão agendadas nos 22 Juizados Especiais, tanto na capital quanto no interior do estado. O principal objetivo desta ação é promover uma cultura de diálogo e fomentar a resolução de conflitos de maneira mais rápida e eficaz.

Na terça-feira (16), o desembargador aposentado Orlando Rocha, que representa a Coordenadoria dos Juizados Especiais do TJAL, visitou o 3º Juizado Especial da Capital. Ele enfatizou a importância social da semana e ressaltou que o foco principal é a realização de audiências que visam à pacificação social. “Estamos concentrando esforços para promover a pacificação através da mediação e inovação tecnológica,” explicou Rocha. Ele também destacou que essa iniciativa é uma oportunidade para demonstrar a eficiência dos serviços judiciários e ampliar o acesso à justiça para a população alagoana.

O desembargador Ivan Brito preside a Coordenadoria dos Juizados Especiais em Alagoas, que, ao longo de seus 30 anos de existência, têm se mostrado uma ferramenta valiosa para a resolução rápida e gratuita de conflitos cotidianos, sempre com ênfase no diálogo e na conciliação.

O juiz Sérgio Carvalho, atuando no 3º Juizado Especial, também trouxe à tona a vital importância da conciliação na solução de disputas. Segundo ele, o método permite resolver questões que envolvem múltiplas partes de forma eficiente, evitando, assim, a sobrecarga no sistema judiciário. “A conciliação traz celeridade, permitindo que, em uma única audiência, possamos solucionar problemas de diversas partes, o que é um grande sucesso para todos os envolvidos,” afirmou Carvalho.

Esse enfoque incentiva não apenas a rapidez na resolução dos processos, mas também busca construir uma Justiça mais acessível e eficiente, mostrando que a alternativa à judicialização plena é possível e desejada por muitos.

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