Os gols dos defensores foram atribuídos a jogadores como Marquinhos, que contribuiu com dois gols, e outros como Bremer, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Paulinho Henrique, que também deixaram suas marcas. Em contrapartida, os centroavantes Endrick, Matheus Cunha e Igor Jesus, apesar de terem se destacado em suas funções, não conseguiram igualar a média de gols dos jogadores de defesa.
Em um dos últimos confrontos da Seleção, diante da França, Bremer foi o responsável por balançar as redes, embora a Canarinho acabou sendo derrotada por 2 a 1. Este resultado destaca não apenas os desafios enfrentados pelo time, mas também a evolução dos defensores na contribuição ofensiva.
Entre os centroavantes, Endrick se destacou, mesmo jogando como reserva em muitos jogos. Ele é o artilheiro da posição no ciclo, tendo marcado três gols em 14 partidas. Vale ressaltar que, apesar de seu tempo em campo ter sido limitado a 389 minutos, sua média de gols é impressionante: ele balança as redes a cada 129 minutos em campo, o que indica um alto potencial em sua atuação.
Esses dados suscitam reflexões sobre a dinâmica do futebol e as evoluções das táticas empregadas pelo treinador da Seleção. Com um time em constante busca pela formação ideal, a presença efetiva dos defensores no ataque pode abrir novos horizontes na estratégia da Seleção Brasileira. A capacidade de se adaptar e inovar pode ser um diferencial fundamental na busca pelo título mundial.






