RFK Jr., que tem um histórico pessoal marcado pela luta contra a dependência química, fez essa declaração enquanto refletia sobre a pandemia de Covid-19 e suas experiências passadas. Ele explicou que sua relação com germes nunca foi uma preocupação significativa, ressaltando que a vida que levou o moldou de maneira diferente em relação a questões de saúde. O secretário ainda comentou que conheceu Von em reuniões de apoio a dependentes químicos, que foram interrompidas durante a crise pandêmica da Covid-19.
Kennedy Jr., sobrinho do assassinado ex-presidente John F. Kennedy, destacou que passou décadas em recuperação, lidando com o abuso de álcool e diversas substâncias. Ele enfatizou a importância do tratamento contínuo e da participação em reuniões de suporte para manter sua sobriedade e garantir sua saúde e bem-estar.
No entanto, suas declarações trouxeram uma onda de críticas de especialistas e organizações de saúde pública. RFK Jr. já havia sido alvo de cuestionamentos anteriormente devido a suas opiniões controversas relacionadas a vacinas e políticas de saúde. Após suas últimas declarações, a organização Protect Our Care exigiu sua renúncia, descrevendo-o como “a pessoa mais perigosa, despreparada e inadequada” para liderar uma agência federal que impacta a vida da população.
À medida que a controvérsia se desenrola, a figura de RFK Jr. continua a polarizar opiniões. Suas declarações e o histórico pessoal de luta contra a dependência química levantam questões sobre a adequação de suas opiniões e ações em um cargo público de tamanha responsabilidade. A situação instiga um debate mais amplo sobre a gestão da saúde pública em tempos de crises sanitárias e o papel de líderes governamentais nessa esfera.
