De acordo com Alessandra Lucchesi, diretora da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria Estadual da Saúde, é fundamental que a população colabore com as investigações, fornecendo informações detalhadas sobre o que foi consumido antes do surgimento dos sintomas da gastroenterite. A especialista ressalta a importância de manter atenção aos alimentos e à qualidade da água ingerida, destacando que o período de incubação dos sintomas pode variar de minutos a dias.
Além disso, a equipe responsável pelo controle do surto alerta para a necessidade de cuidados extras com a higiene dos alimentos, evitando o consumo de alimentos mal cozidos e mantendo a refrigeração adequada. Recomenda-se ainda que a população leve seus próprios lanches em passeios ao ar livre, observe a higiene de estabelecimentos comerciais e lave as mãos antes das refeições.
Diante da complexidade da situação, as autoridades de saúde pública reforçam a importância de seguir as orientações da Secretaria Estadual da Saúde para prevenir a propagação da gastroenterite e garantir a saúde da população. Com a participação ativa da comunidade e a realização de análises laboratoriais detalhadas, espera-se que em breve seja identificada a origem do surto e adotadas medidas eficazes para controlar a disseminação da doença.







