A performance notável não apenas garantiu a Sawe a glória esportiva, mas também uma recompensa financeira significativa. O total de prêmios acumulados pelo atleta atingiu cerca de US$ 355 mil, o que corresponde a aproximadamente R$ 1,7 milhão. Esse montante inclui várias bonificações por desempenho e tempo.
A distribuição dos prêmios foi a seguinte: a primeira colocação na maratona rendeu a Sawe os US$ 55 mil destinados ao vencedor, além de um bônus de US$ 150 mil por finalizar a corrida em menos de 2h02min, e mais US$ 125 mil pelo novo recorde mundial estabelecido. Sawe também recebeu um bônus adicional de US$ 25 mil por quebrar o recorde da prova.
Os outros atletas do pódio também se beneficiaram financeiramente de suas atuações. O etíope Yomif Kejelcha, que terminou em segundo lugar, arrecadou US$ 180 mil, sendo US$ 30 mil pela sua posição e US$ 150 mil graças ao seu tempo de corrida. O ugandense Jacob Kiplimo, que ficou em terceiro lugar, assegurou US$ 172,5 mil, sendo US$ 22,5 mil fixos e US$ 150 mil em bonificações.
O percurso da maratona foi um espetáculo à parte, com Sawe mantendo um ritmo constante e desafiador do início ao fim da corrida. Kejelcha seguiu de perto, conseguindo quebrar a barreira das duas horas com um tempo de 1h59min41s. O desempenho de Kiplimo, que completou a maratona em 2h00min28s, também é digna de nota.
A marca anterior do recorde mundial pertencia a Kelvin Kiptum, que havia registrado 2h00min35s na Maratona de Chicago em 2023. Infelizmente, Kiptum faleceu tragicamente em um acidente de carro no início de 2024, mas seu legado continua a inspirar corredores em todo o mundo.
O acontecimento na Maratona de Londres certamente ficará registrado na história do atletismo, não apenas pela quebra do recorde, mas também pela demonstração de habilidade e perseverança que caracterizam os grandes atletas.







