A jornalista, de 48 anos, que preferiu não ter sua identidade revelada por medo de retaliações, atuava na produção do SBT Brasil e já passou pelo programa Primeiro Impacto. Ela recebeu tratamento no renomado Hospital Sírio Libanês, graças ao convênio médico da empresa, e teve acesso a um medicamento crucial para controlar a doença. No entanto, com a demissão e a perda do convênio, a profissional teme que sua sobrevivência esteja ameaçada.
O remédio, chamado lorbrena, não é disponibilizado pelo SUS e seu alto custo torna inviável para a jornalista mantê-lo sem o benefício oferecido pela emissora. Em um desabafo exclusivo à coluna, a profissional enfatizou a importância do convênio para garantir seu tratamento e expressou seu desespero diante da incerteza que a demissão trouxe para sua saúde.
Além do drama pessoal da jornalista, a demissão em massa no setor jornalístico do SBT também chama atenção. O novo diretor nacional de jornalismo, Leandro Cipoloni, foi responsável pelas demissões, alegando ser parte de um processo de reestruturação. A saída de profissionais renomados, como Cilene Frias, chefe de redação em São Paulo, evidencia as mudanças bruscas que estão ocorrendo na emissora.
A coluna Fábia Oliveira tentou contato com a assessoria de imprensa do SBT para comentar o caso, mas até o fechamento desta reportagem não obteve retorno. A situação evidencia a fragilidade dos profissionais da comunicação no Brasil e a falta de garantias de saúde em momentos tão delicados como este. O espaço permanece aberto para mais informações e esclarecimentos por parte da emissora.
