O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou a importância de uma vigilância rigorosa neste momento crítico para conter a disseminação do vírus. Ele ressaltou que a organização está colaborando com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças africano e parceiros na RDC e em Uganda. O objetivo é não apenas controlar o surto, mas também oferecer suporte às pessoas impactadas e fortalecer a resposta a essa emergência de saúde pública.
De acordo com o Ministério da Saúde de Uganda, o motorista que testou positivo foi responsável pelo transporte do primeiro caso confirmado no país e, atualmente, está recebendo tratamento adequado. O profissional de saúde também teve contato direto com este primeiro caso e, portanto, também está sob cuidado médico.
A cidadã congolesa que foi diagnosticada com Ebola reside na República Democrática do Congo. Ela entrou em Uganda com sintomas abdominais leves e, após chegar, embarcou em um voo fretado com destino à cidade de Entebbe. Ao chegar na capital, Kampala, no último dia 10, ela procurou assistência médica. Inicialmente, foi atendida e liberada, com condições consideradas boas, no dia 14 de maio. Posteriormente, o piloto do voo que a transportou alertou o Ministério da Saúde, levando a equipe a realizar um monitoramento mais rigoroso da paciente.
Foi somente nesse acompanhamento que uma amostra foi coletada e testou positivo para o vírus Ebola. Em resposta a essa situação, o ministério afirmou que todos os contatos da mulher estão sendo cuidadosamente monitorados para evitar uma possível propagação da doença.
A gravidade da situação exige uma resposta coordenada e ágil, e as autoridades de saúde em Uganda estão em alerta máximo, buscando mitigar os efeitos deste surto alarmante.





