Embora as autoridades de saúde tenham registrado esse caso, a Secretaria garantiu que, até o momento, não houve identificação de outros pacientes com sintomas entre os contatos próximos do homem, nos locais em que ele esteve durante sua estadia. Esse panorama minimiza as preocupações quanto à possível propagação do vírus em ambientes que ele frequenta.
Em 2025, São Paulo havia registrado o primeiro caso da mpox do grupo lp, apresentando uma mulher de 29 anos que, felizmente, conseguiu se recuperar completamente. É importante destacar que a variante lp é considerada mais agressiva em comparação a outras, podendo apresentar um risco à vida do paciente em determinados casos.
A mpox, que pertence ao mesmo grupo viral da varíola humana, apresenta sintomas, mas geralmente é menos letal que essa doença. Trata-se de uma infecção zoonótica, o que significa que o vírus pode ser transmitido aos seres humanos por contato com indivíduos infectados, objetos contaminados ou até mesmo com animais silvestres que portam o vírus.
Os sintomas da mpox incluem uma variedade de manifestações clínicas, como erupções cutâneas ou lesões na pele, aumento dos linfonodos, febre, dores de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. Diante dessas manifestações, é fundamental que qualquer pessoa que apresente sintomas buscque orientação médica imediatamente e evite o contato próximo com outras pessoas para prevenir a disseminação da doença. A vigilância e o cuidado são essenciais para garantir a saúde pública e minimizar os riscos associados à infecção.
