SAÚDE – São Paulo Confirma Segundo Caso de Mpox; Paciente é Um Homem de 39 Anos Vindo de Portugal

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de mpox, doença anteriormente conhecida como varíola dos macacos, no estado. O paciente é um homem de 39 anos, originário de Portugal, que apresentou os primeiros sintomas da infecção enquanto estava no Brasil, no final de dezembro. Ele buscou atendimento médico no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, localizado na capital paulista, onde ficou internado por um período de 24 horas antes de retornar ao seu país de origem.

Embora as autoridades de saúde tenham registrado esse caso, a Secretaria garantiu que, até o momento, não houve identificação de outros pacientes com sintomas entre os contatos próximos do homem, nos locais em que ele esteve durante sua estadia. Esse panorama minimiza as preocupações quanto à possível propagação do vírus em ambientes que ele frequenta.

Em 2025, São Paulo havia registrado o primeiro caso da mpox do grupo lp, apresentando uma mulher de 29 anos que, felizmente, conseguiu se recuperar completamente. É importante destacar que a variante lp é considerada mais agressiva em comparação a outras, podendo apresentar um risco à vida do paciente em determinados casos.

A mpox, que pertence ao mesmo grupo viral da varíola humana, apresenta sintomas, mas geralmente é menos letal que essa doença. Trata-se de uma infecção zoonótica, o que significa que o vírus pode ser transmitido aos seres humanos por contato com indivíduos infectados, objetos contaminados ou até mesmo com animais silvestres que portam o vírus.

Os sintomas da mpox incluem uma variedade de manifestações clínicas, como erupções cutâneas ou lesões na pele, aumento dos linfonodos, febre, dores de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. Diante dessas manifestações, é fundamental que qualquer pessoa que apresente sintomas buscque orientação médica imediatamente e evite o contato próximo com outras pessoas para prevenir a disseminação da doença. A vigilância e o cuidado são essenciais para garantir a saúde pública e minimizar os riscos associados à infecção.

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