De acordo com Barra Torres, a dengue é uma doença de notificação compulsória, o que torna essencial a criação de uma política pública por parte do Ministério da Saúde para monitorar os casos em todo o país, inclusive no caso de autotestes. Atualmente, mais de 150 testes para diagnóstico da dengue já estão registrados pela Anvisa, porém nenhum deles se enquadra na categoria de autoteste. As negociações estão em andamento para viabilizar essa nova modalidade de teste.
Além disso, o diretor-presidente da Anvisa ressaltou a importância da autorização de venda de repelentes no país como uma medida de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A agência possui mais de 600 registros de repelentes no Brasil e não há indícios de problemas de abastecimento no momento. Barra Torres enfatizou a importância de seguir as orientações presentes na bula dos produtos para garantir sua eficácia.
Barra Torres destacou a relevância dos repelentes no combate ao mosquito, já que as vacinas promovem imunidade em um intervalo de tempo específico. Portanto, a utilização de repelentes é uma estratégia eficaz para prevenir a transmissão da dengue. O diretor-presidente ressaltou que a Anvisa está trabalhando em conjunto com o Ministério da Saúde para assegurar a qualidade e disponibilidade dos produtos no mercado brasileiro.







