Os profissionais que desejam se inscrever devem acessar a Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, utilizando sua conta do portal Gov.br. Este ciclo oferece a oportunidade de trabalho por um período de até 48 meses, durante o qual os médicos poderão realizar atendimentos diretos à população e participar de uma formação continuada.
Conforme o novo edital, o Ministério da Saúde disponibilizou 1.524 vagas, sendo 1.351 destinadas a equipes de Saúde da Família, 75 para consultórios na rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Todos os médicos podem participar do processo seletivo, mas terá prioridade aqueles que se formaram em instituições de ensino superior brasileiras, ou que tenham seu diploma revalidado no Brasil.
O edital contempla três perfis distintos de candidatos. O primeiro perfil é para médicos formados no Brasil ou que possuam diploma revalidado e registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CRM). O segundo perfil se destina a médicos brasileiros formados no exterior; e o terceiro é voltado para médicos estrangeiros habilitados a atuar fora de seu país.
O programa ainda oferece uma bolsa-formação de R$ 14.121,63 para médicos que estejam regularmente matriculados e participem das atividades educacionais previstas. Esses profissionais precisarão cumprir uma carga horária de 44 horas semanais, envolvendo ensino, pesquisa e extensão, além do atendimento assistencial nas unidades de saúde em que forem alocados. Caso o médico necessite mudar de domicílio devido à nova alocação, o Ministério da Saúde poderá conceder uma ajuda de custo que não exceda o valor de três bolsas-formação.
Lançado em 2013, o programa visa suprir a carência de médicos em regiões remotas e de difícil acesso. Atualmente, o Mais Médicos conta com mais de 26 mil médicos em atuação em todo o Brasil. Para mais informações sobre as estratégias federais para disponibilizar e fixar médicos em locais prioritários, é possivel acessar o site do programa.





