Os profissionais que desejam participar devem acessar a Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento utilizando o login do portal Gov.br. É fundamental que os candidatos apresentem comprovação de habilitação para o exercício da medicina e registro ativo no Conselho Regional de Medicina. Os médicos selecionados desempenharão suas atividades por um período de até 48 meses, que incluirão atendimento direto à comunidade e formação continuada.
Neste novo edital (nº 24/2026), o Ministério da Saúde disponibilizou 1.524 vagas, sendo 1.351 destinadas a equipes de Saúde da Família, 75 para consultórios na rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). A distribuição das vagas foi embasada em estudos demográficos e de vulnerabilidade social, priorizando médicos formados em instituições brasileiras ou que possuam diplomas reconhecidos no país.
Os perfis contemplados pelo edital são diversos: médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado, brasileiros que se formaram no exterior (intercambistas) e médicos estrangeiros capacitados para atuação fora de seus países de origem. Aqueles que forem selecionados terão direito a uma bolsa-formação no valor de R$ 14.121,63, desde que estejam matriculados e regulares nas atividades educacionais previstas pelo projeto.
A carga horária exigida é de 44 horas semanais, que abrangerá atividades acadêmicas e assistenciais em unidades de saúde do município em questão. Caso o médico necessite mudar seu domicílio para se alocar em uma nova localidade, a pasta da Saúde poderá fornecer uma ajuda de custo, limitada a três vezes o valor da bolsa.
Lançado em 2013, o programa já conta com mais de 26 mil médicos em atividade, tendo sido fundamental para suprir a defasagem de profissionais em regiões menos atendidas. Os interessados devem acompanhar as atualizações no site do Programa Mais Médicos para se manterem informados sobre as etapas de adesão e outras informações relevantes.
