Nesse sentido, o ministro assinou um acordo de cooperação técnica para a realização de um estudo preliminar de viabilidade visando a possível integração entre o Hospital Federal da Lagoa e o IFF, como parte do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro. Além disso, foi estabelecido um novo plano de apoio, reestruturação e qualificação de 75 maternidades no país em parceria com o IFF.
Padilha ressaltou a importância desse compromisso no enfrentamento da mortalidade materna, destacando a experiência do Instituto Fernandes Figueira em gestão, qualificação e formação profissional. O investimento total do Ministério da Saúde para a qualificação das maternidades será de R$ 24 milhões até 2025, beneficiando tanto hospitais universitários federais quanto redes municipais, estaduais e instituições filantrópicas.
Essa ação está inserida na Rede Alyne, uma reestruturação da antiga Rede Cegonha, que visa oferecer cuidados humanizados e integrais a gestantes e bebês na rede pública de saúde. O objetivo principal é reduzir a mortalidade materna em 25% até 2027 e em 50% quando consideradas apenas as mulheres pretas.
O Brasil está em busca do cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que estabelece a meta de 30 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2030. Com iniciativas como essa, espera-se uma melhora significativa nas condições de atendimento às gestantes e, consequentemente, na redução das taxas de mortalidade materna em nosso país.