Segundo relatos, o ministro Prado enfatizou que tanto Maduro quanto Flores estão atentos aos acontecimentos na Venezuela e mantêm a esperança no povo, que, segundo ele, lutará pela paz e integridade do país. A prisão do presidente e de sua esposa ocorreu no contexto da operação militar norte-americana denominada “Lança do Sul”, uma iniciativa cujo foco declarado é o combate ao tráfico de drogas na América Latina.
A administração dos Estados Unidos justificou a captura de Maduro e Flores com alegações de envolvimento em atividades consideradas pelo governo norte-americano como “narcoterrorismo”. Contudo, após a prisão, o Departamento de Justiça dos EUA recuou de algumas das acusações iniciais, incluindo a de que Maduro seria o líder de um cartel identificado como Los Soles.
O futuro judicial de Maduro e Flores permanece incerto, já que até o momento não foram agendadas datas para seus julgamentos. Durante uma audiência de custódia realizada dois dias após sua detenção, Maduro se declarou inocente das acusações. Este cenário tem gerado um clima de incerteza tanto dentro da Venezuela quanto nas relações internacionais, uma vez que o país é monitorado de perto pelas repercussões das ações dos Estados Unidos e sua administração em relação ao que eles consideram um regime autoritário.
A situação exige cautela e atenção global, já que as reações do povo venezuelano e da comunidade internacional podem moldar os desdobramentos futuros desse enredo complexo e envolvente, onde a política, a justiça e a saúde se entrelaçam de maneira dramática.






