O ministério ressalta algumas diretrizes para quem deseja se tornar um doador. É necessário ter entre 16 e 69 anos, sendo que menores de idade precisam de autorização dos responsáveis. Além disso, a pessoa deve pesar pelo menos 50 quilos e estar em boas condições de saúde. Essas regras visam garantir a segurança tanto do doador quanto dos receptores do sangue.
O sangue é um componente indispensável em diversos procedimentos médicos. Ele é fundamental para o tratamento de sangramentos agudos, que podem ocorrer em situações de emergência, bem como em cirurgias de grande porte. Além disso, é usado para tratar doenças crônicas que frequentemente requerem transfusões sanguíneas. O plasma sanguíneo, por sua vez, é crucial na fabricação de medicamentos essenciais, o que destaca ainda mais a importância da doação.
Os números da doação de sangue no Brasil mostram um panorama preocupante. Em 2024, o país registrou 3,31 milhões de coletas, enquanto em 2025, foram apenas 2,71 milhões até outubro, segundo dados preliminares. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece como meta que 3% da população de cada nação sejam doadores regulares, um desafio a ser superado pelo Brasil.
Para aqueles que desejam contribuir, é simples: basta localizar o hemocentro mais próximo e verificar os requisitos. Além da faixa etária e do peso, é necessário apresentar um documento oficial com foto, ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas e estar alimentado, evitando refeições gordurosas nas horas que antecedem a doação. No caso de refeições principais, recomenda-se aguardar pelo menos duas horas antes de se dirigir ao hemocentro para realizar a doação. Com essa iniciativa, todos podem fazer a diferença, especialmente em um período em que a necessidade é urgentemente sentida.
