Esses suplementos foram alvo de ações da Anvisa devido à ausência de registro, notificação ou cadastro na agência, o que configura uma séria irregularidade na venda de produtos que prometem benefícios à saúde. A Anvisa destacou que, no caso do Erenobis, a inclusão da planta Pereskia aculeata — conhecida popularmente como ora-pro-nóbis — é particularmente preocupante, uma vez que sua utilização em suplementos alimentares foi proibida em abril deste ano. Essa decisão se baseou na falta de evidências que garantam a eficácia e a segurança do uso dessa planta.
Além dos produtos da Ms Comércio, outro suplemento que se encontra na mira da Anvisa é o Óliver Turbo, da empresa Instituto Oliver Cursos Preparatórios Ltda. Assim como os anteriores, o Óliver Turbo deve ser apreendido e é proibido de ser comercializado, distribuído, fabricado, importado, divulgado e consumido, uma vez que também não possui o devido registro e notificação na Anvisa.
Essas medida da Anvisa visa proteger a saúde da população, garantindo que apenas produtos seguros e devidamente regulamentados estejam disponíveis no mercado. A falta de adequação às normas sanitárias pode colocar em risco a saúde dos consumidores e, por isso, a agência atua de forma incisiva em situações que envolvem irregularidades.
A decisão reflete um esforço contínuo da Anvisa em garantir que produtos que possam afetar a saúde dos cidadãos estejam sob vigilância rigorosa, evidenciando a importância de registros e comprovações científicas para a comercialização de suplementos alimentares. Este alerta deve servir de exemplo para outras empresas do setor, que devem se atentar às normas vigentes para trazer produtos seguros e eficazes ao mercado.







