A decisão da Anvisa surge após a constatação de que esses medicamentos são produzidos por laboratórios sem qualquer registro ou notificação junto ao órgão regulador, além de serem vendidos em plataformas de redes sociais, como Instagram. Essa prática levanta bandeiras vermelhas, uma vez que a falta de supervisão adequada indica que não há garantias sobre a segurança e eficácia desses produtos. Em seu comunicado oficial, a Anvisa enfatizou que, por serem irregulares e de origem desconhecida, esses medicamentos podem não oferecer qualidade ou validade, expondo os usuários a possíveis riscos à saúde.
A obrigatoriedade da proibição foi formalizada em uma resolução publicada no Diário Oficial da União, destacando a responsabilidade da Anvisa em proteger a saúde pública e assegurar que os medicamentos disponíveis no Brasil cumpram com rigorosos critérios de segurança e eficácia. Diante disso, a agência reforça que o uso de quaisquer produtos sem a devida regulamentação é estritamente proibido, e a utilização dessas canetas emagrecedoras não é aconselhável sob nenhuma circunstância.
A proibição vem em um momento em que a busca por métodos de emagrecimento tem se intensificado, especialmente com a popularização de soluções rápidas e promessas de resultados milagrosos. Entretanto, a Anvisa alerta para a importância da consulta a profissionais de saúde antes de iniciar qualquer tratamento, enfatizando que a saúde deve sempre estar em primeiro lugar. Essa medida reforça a necessidade de conscientização sobre os perigos associados ao uso de produtos não oficialmente aprovados, que podem trazer consequências prejudiciais ao bem-estar dos consumidores.





